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P722 - A Música, o Drama e a Arte Lírica – Primeira composição para os painéis do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro


Assinatura

Procedência

Coleção Tobias d’Ângelo Visconti
Coleção Gabriel Rangel Visconti

Localização Atual Exposições Individuais Publicações Comentários

Inaugurado o Theatro Municipal em 14 de julho de 1909, somente ao final de 1912 é aberto concurso para as decorações internas do foyer. Concorrem Eliseu Visconti e Rodolpho Amoedo, este com três estudos hoje pertencentes ao Museu Nacional de Belas Artes. Em 13 de fevereiro de 2013, Francisco de Oliveira Passos, então Diretor Geral do Theatro Municipal, encaminha uma carta-contrato [CR1913] a Eliseu Visconti informando que o prefeito do Distrito Federal, em 4 do mês anterior, havia aceitado a proposta do pintor para a execução dos painéis decorativos para o teto do foyer do teatro, mediante algumas condições, dentre as quais: “Opportunamente apresentareis á minha apreciação os esbocetos definitivos e descripções dos respectivos assumptos que depois de approvados por mim, servirão de base á execução da presente encommenda.” Para atender às condições, Visconti preparou o estudo definitivo [P704].

Já esta primeira composição, muito provavelmente, teria sido apresentada junto à primeira proposta de Visconti, pois não faz parte do acervo doado pelo pintor à então Prefeitura do Distrito Federal. Além disso, está mais distante da composição final dos painéis. Nesta tela, o centro já apresenta a ideia das musas tocando instrumentos musicais e Apolo a um canto. Em volta desse centro, cercado com uma moldura retangular pintada, dispõem-se algumas cenas futuramente descartadas, além daquelas que serão os temas dos tímpanos [P709; P710] que ladeiam o painel principal do foyer, aqui representadas na margem superior e inferior. A pintura consta da lista de obras datada de 6 de maio de 1979, manuscrita pelo filho do pintor, Tobias d’Ângelo Visconti, que a registrou na coleção da família como “Esboço da parte central Foyer”, com a observação: “necessita restauração”. A pintura foi restaurada no atelier de Cláudio Valério Teixeira, em 2008/09.


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