Visconti e sua família viveram na Franca entre 1913 e 1920, alternando períodos de permanência no vilarejo de Saint Hubert e em Paris. Em junho de 1920 Visconti retorna definitivamente ao Brasil com sua família no vapor Samara, aqui chegando no dia 30.
Esse foi o passaporte usado por Visconti em seu retorno, datado de 3 de maio de 1920. Na foto do passaporte, sua família já completa.
Eliseu e Louise não voltariam mais à França.
Visconti era por lei considerado brasileiro, pois na grande naturalização, que ofereceu a cidadania a todos os estrangeiros residentes, Visconti não se manifestou em contrário. Esse procedimento de naturalização tácita foi adotado pela Constituição de 1891, que considerava cidadãos brasileiros os estrangeiros que, achando-se no Brasil aos 15 de novembro de 1889, não declarassem, até seis meses depois de entrar em vigor a Constituição, o ânimo de conservar a nacionalidade de origem. Como conseqüência, Visconti tinha em seus passaportes, e também na sua identidade, o registro de cidadão brasileiro.