Vida Artística

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1866
Eliseu d'Angelo Visconti nasce em 30 de julho, na Vila de Santa Caterina, Comuna de Giffoni Valle Piana, Salerno, Itália.
c.1873
Por influência de D. Francisca de Souza Monteiro de Barros, a Baronesa de Guararema, vem para o Brasil com sua irmã Marianella.
1882
Inicia seu aprendizado artístico matriculando-se no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, onde é aluno de Victor Meirelles e Estevão Silva.
1883
Recebe Medalha de Bronze em Ornatos do Liceu de Artes e Ofícios.
1884
Recebe a Primeira Medalha de Bronze em Ornatos (cópia de gesso), Menção Honrosa em escultura, o Prêmio Conselheiro João Alfredo e a Primeira Medalha de Bronze em Escultura (Prêmio 9 de junho).
1884
Recebe incentivo do Imperador D. Pedro II para ingressar na Academia Imperial de Belas Artes.
1885
Recebe, ainda no Liceu, a Terceira Medalha de Prata em Ornatos.
1885
Matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes, onde será aluno de Victor Meirelles, José Maria de Medeiros, Rodolfo Amoedo e Henrique Bernardelli.
1886
Recebe a Primeira Medalha de Prata em Desenho de Ornatos, conferida pelo Liceu de Artes e Ofícios.
1886
Recebe a Pequena Medalha de Ouro em Desenho Figurado e a Medalha de Prata em Modelo Vivo, conferidas pela Academia Imperial de Belas Artes.
1888
Recebe a Medalha de Prata em Paisagem, conferida pela Academia Imperial de Belas Artes.
1888
A Sociedade Propagadora das Belas Artes o admite como professor de Desenho Elementar no Liceu de Artes e Ofícios.
1889
Passa a ministrar aulas de Desenho Figurado no Liceu de Artes e Ofícios. Na Academia Imperial de Belas Artes recebe a Grande Medalha de Ouro em Paisagem, a Medalha de Prata em Pintura Histórica e a Pequena Medalha de Ouro em Modelo Vivo.
1890
Em março, participa da exposição oficial, recebendo Menção Honrosa, e tem dois de seus trabalhos indicados para integrar a nova galeria da Academia.
1890
Com o grupo de estudantes denominados "novos" ou “modernos” e alguns professores da Academia de Belas Artes rebela-se contra as normas de ensino vigentes e participa como aluno da fundação do Ateliê Livre, inscrevendo-se no curso de pintura instalado em barracão no Largo de São Francisco.
1890
Em novembro, após a reforma que instituiu a Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), participa da exposição dos trabalhos realizados nos cursos livres de belas-artes do Ateliê Livre, sendo destacado pela crítica.
1891
Torna-se sócio benemérito da Sociedade Propagadora de Belas Artes.
1891
Recebe a Medalha de Ouro em Pintura, com a obra “Mamoeiro”, e a Medalha de Prata em Modelo Vivo.
1892
Vence o primeiro concurso da República na Escola Nacional de Belas Artes, conquistando o Prêmio de Viagem à Europa.
1893
Embarca para a Europa em 28 de fevereiro, a bordo do navio Congo.
1893
Ingressa na Academia Julian, atelier de Bouguereau e Ferrier, sendo que o primeiro lhe serve de referência ao se candidatar para o ensino oficial da École.
1893
Na Academia Julian frequenta também o atelier de Benjamin Constant e Jean Paul Laurens.
1893
Através de concurso, ingressa na École Nationale et Spéciale des Beaux-Arts, de Paris. Dentre 321 candidatos que se apresentaram ao concurso, obtém ao final a sétima colocação entre os 84 concorrentes que lograram ultrapassar a fase eliminatória dos exames.
1893
Participa da “World’s Columbian Exposition” em Chicago, EUA, com 8 paisagens a óleo e recebe medalha por mérito especial.
1894
Abandona a École des Beaux-Arts e passa a cumprir as tarefas exigidas pela sua condição de pensionista na Académie Julian.
1894
Expõe no "Salon des Champs-Elysées" os quadros No verão e A Leitura.
1894
Na "1ª Exposição Geral de Belas Artes", no Rio de Janeiro, recebe a Medalha de 2ª Classe pela tela No Verão.
1894
Ingressa na École Guérin, onde será aluno de Eugène Grasset, uma das mais destacadas expressões do art nouveau.
1895
Expõe novamente no Salon des Champs-Elysées, desta vez com as obras As Comungantes e Retrato de Alberto Nepomuceno, sendo a primeira reproduzida no catálogo oficial do salão.
1895/96
Realiza diversas viagens a Madri, onde, no Museu do Prado, executa cópias de quadros de Velásquez, entre as quais a “A Rendição de Breda”, em tamanho natural, pela qual receberia voto de louvor dos professores da Escola Nacional de Belas Artes.
1896
Expõe A Convalescente no "Salão de Munique".
1896
Expõe A Convalescente e Nu Deitado no Salon des Champs-Elysées.
1896
Em novembro, na Europa, começa a circular o primeiro número da Revue du Bresil, cuja capa foi criada por Visconti. Em matéria no interior da revista é reproduzida a tela "A Rendição de Breda", cópia de Velásquez.
1897
Participa do "Salon du Champ de Mars" com Sonho Místico e Fatigada.
1897
Armand Silvestre publica, no 24º volume de sua coleção "Le Nu au Salon", a reprodução de uma pintura de Visconti, à qual dedica duas poesias.
1898
Termina o curso na École Guérin.
1898
Expõe, no "Salon du Champ-de-Mars", a tela Recompensa de São Sebastião e um estudo de nu.
1898
Recebe o 1º Premio de Esquisse na Académie Julian, com a obra Na fonte.
1898
Conhece e torna-se companheiro da jovem francesa Louise Palombe, com quem ficaria casado pelo resto de sua vida.
1899
Novamente no Salon du Champ-de-Mars, expõe as telas O Beijo e Gioventú, sendo esta reproduzida no catálogo oficial do salão.
1900
Recebe a Medalha de Prata na “Exposition Internationale Universelle” de Paris, por suas telas Gioventú e Oréadas, e Menção Honrosa na Seção de Arte Decorativa e Artes Aplicadas.
1900
Terminado o período do Prêmio de Viagem, retorna ao Brasil.
1901
Realiza sua primeira exposição individual na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, apresentando 60 quadros e 28 trabalhos de arte decorativa e arte aplicada à indústria.
1901
Executa cartaz alegórico em homenagem a Santos Dumont.
1901
Nasce no dia 14 de julho, em Saint Hubert, França, sua primeira filha, Yvonne.
1902
Participa da "Exposição Geral de Belas Artes", recebendo a Medalha de Ouro de 1ª Classe pelo quadro Retrato do Sr. Simas. No mesmo Salão, o júri da Seção de Artes Aplicadas à Indústria lhe confere a Medalha de Prata de 2ª classe, pelo conjunto da obra exposta.
1902
Na edição de junho, a revista inglesa The Studio reproduz suas obras Gioventú e Recompensa de São Sebastião, acompanhadas de breve comentário.
1903
Realiza em março, desta vez em São Paulo, uma exposição individual, para a qual leva a maioria das obras expostas no Rio, em 1901. Na inauguração, conta com a presença do então presidente do estado, Dr. Bernardino de Campos.
1903
Cria, para a fábrica de cerâmica e vidro de Américo Ludolf, cerâmicas e vasos decorados com elementos da flora brasileira e figuras femininas de inspiração art nouveau.
1903
Desenha o ex-libris e o emblema para a Biblioteca Nacional.
1904
Na "Universal Exposition of Saint Louis", comemorativa da aquisição do Território de Lousiana pelos EUA, recebe a medalha de ouro em pintura com a obra Recompensa de São Sebastião e duas medalhas de bronze, uma por trabalhos em aquarela e outra por trabalhos em arte aplicada à indústria. No mesmo evento expõe também a tela A Convalescente.
1904
É declarado vencedor dos três concursos de selos postais e cartas-bilhete, organizados pela Casa da Moeda.
1904
A Biblioteca Nacional executa o ex-libris e o emblema da Instituição, a partir dos desenhos de Visconti.
1904
A revista francesa “L’Illustration” reproduz todos os projetos de selos de Visconti.
1904
Retorna a Paris em junho no vapor Atlantique e volta a freqüentar a Academia Julian, no ateliê de J. P. Laurens e Benjamin Constant.
1905
A tela A Convalescente é reproduzida na publicação Louisiana and the Fair: an exposition of the world, its people and their achievements, referente à "Universal Exposition of Saint Louis", de 1904.
1905
Expõe no "Salon du Champ-de-Mars", em Paris, o Retrato da Escultora  Nicolina Vaz de Assis e o Retrato de Mlle. B. Lindheimer, este último reproduzido no catálogo oficial do salão.
1905
Recebe em Paris o convite do prefeito Pereira Passos para executar as decorações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
1906
Retorna ao Rio de Janeiro em fevereiro, no vapor Aragon, trazendo os estudos para o pano de boca e assina com a Prefeitura do Distrito Federal o contrato para execução das decorações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
1906
Expõe na Casa Vieitas, no Rio de Janeiro, a esquisse (esboço) do pano de boca para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2 de maio, no vapor Atlantique, parte novamente para Paris.
1905/07
Em ateliê alugado em Paris, executa as decorações do pano de boca, do plafond sobre a platéia e do friso sobre o proscênio para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
1906
Entre abril e junho, no "Salon du Champ-de-Mars", expõe a tela Maternidade e uma paisagem Jardim de Luxemburgo, apresentada com o título En Semaine.
1906
Em junho, é nomeado para substituir Henrique Bernardelli na primeira cadeira de Pintura da Escola Nacional de Belas Artes.
1907
Entre abril e junho, no "Salon du Champ-de-Mars", expõe as telas La lettre e Au Luxembourg.
1907
Expõe em julho, no seu ateliê no Boulevard du Chateau, em Neuilly, Paris, o pano de boca do Theatro Municipal. O prefeito Pereira Passos e o ex-presidente Rodrigues Alves comparecem à exposição.
1907
Retorna ao Brasil em outubro, no vapor Nille, trazendo consigo os trabalhos do Teatro Municipal.
1908
Orienta os trabalhos de montagem de suas pinturas no Teatro Municipal, tendo o pano de boca sido colocado em julho de 1908, um ano antes da inauguração do teatro.
1908
Em março, toma posse do cargo de professor de Pintura, na Escola Nacional de Belas Artes.
1908

Constrói um prédio de três pavimentos para abrigar seu ateliê na Av. Mem de Sá, no Rio de Janeiro, em terreno adquirido da escultora Nicolina Vaz de Assis. O ateliê foi montado no 2º andar, acima de um apartamento no 1º andar e de duas lojas no térreo.

1908
Participa da Seção de Belas-Artes da Exposição Nacional, realizada na Praia Vermelha, Rio de Janeiro, com várias de suas principais obras, e obtém o Grande Prêmio em Pintura e a Medalha de Ouro em Artes Aplicadas.
1908
Retorna a Paris em novembro.
1909
Oficializa sua união com Louise Palombe, casando-se na Commune des Essarts Le Roi, França, no dia 14 de janeiro.
1909
Vem com a família para o Brasil e instala-se no imóvel da Av. Mem de Sá.
1910
Realiza em janeiro uma pequena exposição individual na Casa Vieitas, onde mostra pela primeira vez o Retrato de Gonzaga Duque;
1910
Nasce em 30 de julho seu segundo filho, Tobias. Muda-se com a família para a Ladeira do Barroso (atual Ladeira dos Tabajaras), em Copacabana.
1910
Participa da "Exposición Internacional de Bellas Artes", aberta em 19 de setembro, um dia após a inauguração do Museo Nacional de Bellas Artes, de Santiago do Chile, com as telas Maternidade, Sonho Místico e Retrato da escultora  Nicolina Vaz de Assis, e mais 14 itens de arte decorativa; O governo do Chile adquire sua obra Sonho Místico, por 4.500 francos.
1911
Participa da "Primeira Exposição Brasileira de Belas Artes", no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, com as telas Maternidade, A Carta, Pedro Álvares Cabral e Retrato de Yvonne. A exposição teria sido o ponto de partida para a aquisição da tela Maternidade pelo governo do estado de São Paulo.
1911/12
Executa dois painéis decorativos para a Biblioteca Nacional, denominados Instrução e Progresso.
1913
Participa da "2ª Exposição Brasileira de Belas Artes", no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, com as telas Anunciação, Dedo de Deus e Primavera.
1913
Pede demissão do cargo de professor da Escola Nacional de Belas Artes e viaja em 3 de junho para Paris com a família, onde executará as decorações do teto do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, após vencer concurso aberto pela Prefeitura do Distrito Federal.
1913/15
Trabalha na decoração do foyer em seu ateliê em Paris.
1914
Expõe Pedro Álvares Cabral guiado pela Providência no Salon des Champs-Elysées.
1915
Nasce em 03 de janeiro seu terceiro filho, Afonso, registrado no consulado brasileiro da França;
1915
Expõe em seu ateliê da Rua Didot, em Paris, as pinturas executadas para o teto do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
1915
Regressa ao Brasil em novembro, no vapor Oronza, levando a bordo a decoração do foyer. A família permanece em Saint-Hubert, nos arredores de Paris.
1916
Após a colocação dos painéis do foyer, concluída em março, retorna à França em abril do mesmo ano, no vapor Frísia, para juntar-se à família.
1916/20
Na residência da família de sua esposa, em Saint-Hubert, realiza diversas paisagens impressionistas, por muitos consideradas, em conjunto com aquelas que seriam realizadas em Teresópolis, como o que de melhor o artista produziu.
1917
Curta viagem à Itália, para visitar a mãe, que veio a falecer dois anos depois.
1919
Expõe no "Grand Palais", em salão conjunto da "Société des Artistes Français" e da "Société Nationale des Beaux-Arts" a tela Ronda de Crianças, sob o título Les enfants joyeux.
1920
Entre abril e junho, expõe as telas Vitória de Samotrace, A Família e Cura de Sol e os desenhos Nus e Tendresse, no "Salon du Champ-de-Mars".
1920
Em junho, retorna definitivamente ao Brasil com sua família no vapor Samara, aqui chegando no dia 30.
1920
Em agosto, realiza uma exposição individual, na Galeria Jorge, Rio de Janeiro, apresentando 38 obras, a maioria pintada na França. O Presidente Epitácio Pessoa comparece à exposição.
1920
Dirige um curso particular de pintura na Rua das Laranjeiras, 39, tendo entre seus alunos o pintor Manoel Santiago.
1921
Apresenta três projetos de selos para concurso realizado no Rio de Janeiro, em comemoração ao Centenário da Independência.
1922
Pelo conjunto de sua obra, é agraciado com a Medalha de Honra na "Exposição Comemorativa do Centenário da Independência" (29ª EGBA).
1922/23
Conclui, com a colaboração de Oswaldo Teixeira, a decoração do vestíbulo do Conselho Municipal, atual Câmara dos Vereadores (Palácio Pedro Ernesto), na Cinelândia.
1924/26
Recebe a incumbência e executa o painel decorativo da Câmara dos Deputados (hoje Assembléia Legislativa do Rio, Palácio Tiradentes, na Praça XV de Novembro), representando a assinatura da primeira Constituição republicana de 1891.
1926
Na Galeria Jorge, no Rio de Janeiro, realiza em setembro nova exposição de arte decorativa e arte aplicada às indústrias, reapresentando os trabalhos antigos e expondo agora os selos postais premiados em 1904, bem como o ex-libris e o emblema da Biblioteca Nacional.
1927
Constrói sua casa de veraneio em Teresópolis e inicia a fase em que executa trabalhos retratando a paisagem daquela região serrana, à qual incorpora figuras de sua família, sob a luz tropical, criando um impressionismo próprio.
1927
Participa com Assis Chateaubriand e Frederico Barata dos primeiros esforços para criação de um museu de arte em São Paulo, com a doação de quatro telas.
1931
Executa desenho para estilização das armas municipais do Rio de Janeiro, a pedido do prefeito Adolpho Bergamini.
1931
Zaco Paraná executa o busto de Eliseu Visconti, em bronze.
1934
Recebe Menção Honrosa no “1º Salão Paulista de Belas Artes”.
1934/36
Com a reforma do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que previa o alargamento da boca de cena, executa um novo friso sobre o proscênio intitulado As nove musas recebem as ondas sonoras, que seria colocado sobre o original. Nesse trabalho foi auxiliado por sua filha Yvonne Visconti Cavalleiro, por seu genro Henrique Cavalleiro e por seus discípulos Agenor César de Barros e Martinho de Haro.
1934/36
Nesse mesmo período da reforma do Teatro Municipal, foi professor do primeiro curso de extensão universitária de artes decorativas, que funcionou junto à Escola Politécnica do Rio de Janeiro, organizado pelo Professor José Flexa Ribeiro.
1935
Expõe seu trabalho Minha filha Yvonne na exposição em Pitsburg, EUA, "The 1935 International Exhibition of Painting", no Carnegie Institute
1937
Convidado por Lucílio de Albuquerque, integra a comissão examinadora do concurso para professor catedrático de Arte Decorativa da Escola Nacional de Belas Artes.
1938
Restaura o pano de boca do Teatro Municipal, que é acrescido de adendos laterais, por conta do alargamento do proscênio.
1940
Com a tela A Providência Guia Cabral participa da Exposição do Mundo Português, em Lisboa, comemorativa da Fundação do Estado Português e da Restauração da Independência de Portugal.
1941
Sua tela Gioventú é doada ao Museu Nacional de Belas Artes, do Rio de Janeiro, pelo seu proprietário, E. G. Fontes.
1942
Doa para a prefeitura do então Distrito Federal os estudos originais realizados para as decorações do Theatro Municipal. É criado o Museu Evocativo do Theatro Municipal, por iniciativa do prefeito do Rio de Janeiro, para abrigar as obras doadas por Visconti.
1943
Em julho, recebe convite do ministro da Educação Gustavo Capanema para realizar, no próximo ano, uma grande exposição dos seus trabalhos.
1944
Participa de uma comissão, criada por Oswaldo Teixeira, encarregada de selecionar obras de Castagneto para uma exposição retrospectiva no Museu Nacional de Belas Artes.
1944
Em julho sofre um assalto em seu ateliê da Av. Mem de Sá, 60, sendo golpeado na cabeça.
1944
Falece no dia 15 de outubro, aos 78 anos de idade, em sua residência, na Ladeira dos Tabajaras, Copacabana, Rio de Janeiro.
1944
É lançado o livro sobre a vida e a obra de Eliseu Visconti, de autoria de Frederico Barata, intitulado Eliseu Visconti e Seu Tempo, pela Editora Zelio Valverde.
1945
A Academia Carioca de Letras presta homenagem a Eliseu Visconti em sessão especial presidida por Carlos Sussekind de Mendonça. Foram oradores Oswaldo Teixeira, Frederico Barata e Carlos da Silva Araújo.
1945
O Salão Paulista de Belas Artes concede a Eliseu Visconti a Grande Medalha de Ouro, como homenagem póstuma.
1945
Inaugurada a Sala Eliseu Visconti no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, no Rio de Janeiro.
1949
O Museu Nacional de Belas Artes inaugura em novembro grande "Exposição Retrospectiva da obra de Eliseu Visconti", com 285 trabalhos do artista expostos em 9 salas do Museu.
1949
Fundado em São Luis do Maranhão o Núcleo Eliseu Visconti, por artistas e intelectuais como Floriano Teixeira, J. Figueiredo, Luci Teixeira, Ferreira Gullar, Bandeira Tribuzzi, Lago Burnett e outros, com o objetivo de renovar o ambiente cultural da capital maranhense.
1952
Em março, é inaugurado o busto de Eliseu Visconti, no foyer do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e uma exposição no Museu dos Teatros, com os documentos relativos à decoração, croquis, estudos e outras obras de Visconti.
1953/54
A "II Bienal do Museu de Arte Moderna do Estado de São Paulo" realiza, em sala especial, a exposição de 37 obras de Eliseu Visconti, organizada por José Simeão Leal, e lança catálogo em separado para o evento.
1956
A revista O Tico-Tico homenageia Eliseu Visconti com uma matéria sobre o artista.
1962
Em Curitiba, no Salão do Paraná e 17º Salão Paranaense de Belas Artes, comemorativo do Cinquentenário da Universidade do Paraná, é apresentada a Sala Especial Eliseu Visconti, com 5 pinturas do artista do acervo do MNBA.
1966
O Departamento de Correios e Telégrafos lança selo comemorativo do centenário de nascimento de Eliseu Visconti.
1967
O Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro realiza exposição comemorativa do centenário de nascimento do artista, de 30 de julho a 31 de agosto.
1967
Eliseu Visconti, junto com Tarsila do Amaral e Vicente do Rego Monteiro, é selecionado pelo professor e museógrafo americano Stanton Catlin, especialista em arte latino-americana, para representar o Brasil como pioneiro, na exposição dos "Precursores da Arte na América: 1860-1930", organizada na cidade de Nova Iorque pelo "Center for Inter-American Relation".
1971
Eliseu Visconti Cavalleiro, cineasta, neto do artista, realiza sob sua produção, direção e fotografia os curta metragens em 35 mm Gioventu, a cores, e Eliseu Visconti-Artes Gráficas, em preto e branco, este com montagem de Julio Bressani.
1972
Willys de Castro inclui uma tela de Visconti no cartaz comemorativo do Cinqüentenário da Semana de Arte Moderna.
1976
É realizada em Paris, por inciativa de O GLOBO e da Rede Globo de Televisão, exposição dos 18 artistas brasileiros mais importantes do século XX. Nessa exposição, realizada entre os dias 23 de abril e 5 de maio na Galeria Artcurial, Eliseu Visconti participa com a tela Maternidade.
1977
Por iniciativa cultural da Rede Globo e da Cia. Bandeirantes de Seguros, é realizada na Galeria Arte Global, em São Paulo, de 12 a 31 de dezembro, "Exposição Retrospectiva de Eliseu Visconti", com 32 pinturas de coleções particulares.
1978

Com o apoio da Fundação Roberto Marinho e da Rede Globo, é realizada a "Exposição Itinerante de Eliseu Visconti", com as 32 obras da exposição precedente, nas capitais:
Goiânia/GO - de 05 a 14 de janeiro, na Galeria Casa Grande;
Belo Horizonte/MG – de 18 a 28 de janeiro, no Palácio das Artes, Grande Galeria;
Salvador/BA – de 16 a 25 de fevereiro, no Museu de Arte Moderna da Bahia;
Olinda/PE - de 02 a 11 de março, no Museu de Arte Sacra;
Brasília/DF – de 17 a 31 de março, realização da Fundação Cultural do Distrito Federal, e apoio da CEB, na Galeria “A”, com catálogo prefaciado por Mario Barata;
Rio de Janeiro – de 06 a 15 de abril, no Museu Nacional de Belas Artes.

1983
No Solar Grandjean de Montigny, o Centro Cultural da PUC-RJ e a Funarte realizam, de 16 de agosto a 17 de setembro, a exposição "Eliseu Visconti e a Arte Decorativa", organizada por Irmã Arestizabal, com catálogo completo sobre a obra pioneira do artista nesse campo.
1983
A exposição "Eliseu Visconti e a Arte Decorativa" é levada para a Galeria Oswaldo Goeldi, em Brasília, no mês de outubro.
1983/84
A exposição "Eliseu Visconti e a Arte Decorativa" é levada para o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de dezembro de 1983 a janeiro de 1984.
1990
Na sala Joaquim Lebreton, do Museu Nacional de Belas Artes, é realizada a exposição "Eliseu d'Angelo Visconti", em comemoração ao Centenário da Reforma da Escola Nacional de Belas Artes.
1993
A Art Editora e a Engeform S.A. publicam o livro Visconti/Bonadei, contendo reproduções coloridas de importantes obras dos dois artistas.
1994
O Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro realiza exposição comemorativa do cinqüentenário de falecimento de Eliseu Visconti, com 50 obras do artista e curadoria de Nagib Francisco.
1996
A Fundação Casa França-Brasil e o Museu dos Teatros realizam a exposição "Estudos de Eliseu Visconti", na qual são apresentados os estudos que o artista desenvolveu para as decorações do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
1998
De 8 de outubro a 27 de dezembro, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, apresenta a exposição Gioventú - Desenhos de Amador Perez, na qual o artista expõe três séries de vinte um desenhos cada, inspirados na tela Gioventú, de Eliseu Visconti, propondo leituras diversas da obra.
1999
É executada a completa restauração do pano de boca do Theatro Municipal do Rio, como parte das comemorações dos 90 anos do Teatro. Do projeto de restauro participaram o Sistema FIRJAN, o BNDES, a PETROBRAS e a Associação dos Amigos do Theatro Municipal (AATM).
2000
É realizada no Centro Cultural da UERJ, de 20 de setembro a 6 de outubro, a exposição "Eliseu Visconti Designer", composta de reproduções das obras do artista em painéis digitais, com curadoria dos professores Guilherme Cunha Lima e Edna Lucia Cunha Lima. A exposição, parte integrante do Seminário Internacional Brasil/Itália, foi apresentada também na Escola Superior de Desenho Industrial-ESDI (ESDI-Visconti Designer), entre 01 e 15 de novembro.
2000/01
A exposição "Eliseu Visconti Designer" é apresentada, de 20 de novembro de 2000 a 20 de janeiro de 2001, na Associação de Design Gráfico-ADG, em São Paulo.
2001
A exposição "Eliseu Visconti Designer" é apresentada, de março a maio, na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo.
2000
De 15 de abril a 16 de maio é realizada a exposição "Eliseu Visconti – Estudos do Corpo", na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
2002
É inaugurado o Espaço Cultural Eliseu Visconti na Biblioteca Nacional, à Rua México, Centro, no Rio de Janeiro.
2004
Eliseu Visconti Cavalleiro, cineasta, neto do artista, realiza sob sua direção, montagem, edição e fotografia o filme Em Busca de Uma Atmosfera, curta metragem a cores em vídeo, cujo tema central é sobre a fase impressionista da obra de Visconti, com patrocínio da Rio Filmes e da prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
2004
Ana Heloisa Molina conclui na Universidade Federal do Paraná sua tese de doutorado intitulada A influência das artes na civilização : Eliseu d’Ângelo Visconti e modernidade na primeira republica, na qual analisa as idéias de “civilização” e “modernidade” no período da História do Brasil denominado de Primeira República, sob o enfoque da trajetória artística e produção pictórica de Eliseu Visconti.
2005
A família de Eliseu Visconti faz a doação de cerca de 200 documentos originais do artista ao Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, incluindo o cartão preparatório, com cerca de 5 m2, para o pano de boca do Theatro Municipal.
2005
Em outubro, Tobias Stourdzé Visconti, neto de Eliseu Visconti, lança o site oficial do artista e cria o Projeto Eliseu Visconti, com o objetivo de preservar e divulgar a obra do pintor.
2006
Em janeiro, o Projeto Eliseu Visconti passa a contar com o apoio gerencial da Hólos - Consultores Associados para a produção dos eventos, empresa de Christina Gabaglia Penna.
2007
De 28 de agosto a 30 de setembro de 2007, no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal, Rio de Janeiro, é realizada a exposição “Eliseu Visconti – Arte e Design”, primeiro evento do Projeto Eliseu Visconti. A exposição, com curadoria do Prof. Rafael Cardoso, apresentou os principais projetos de Visconti relacionados às artes gráficas e à arte aplicada à indústria. Comemorando o centenário da primeira exposição em Paris das decorações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (pano de boca, friso sobre o proscênio e plafond), foram também apresentados os estudos realizados pelo artista para essas decorações.
2008
No dia 13 de maio é constituída a Associação Cultural Eliseu Visconti, para representar como pessoa jurídica as atividades do Projeto Eliseu Visconti.
2008
Constituída, em 16 de julho, a Comissão de Autenticação das Obras de Eliseu Visconti, que tem como principal objetivo avaliar a autenticidade das obras do artista para sua posterior catalogação. A Comissão foi formada pelas historiadoras de arte Christina Gabaglia Penna, Mirian Nogueira Seraphim e Ana Maria Tavares Cavalcanti e pelos professores e restauradores Edson Motta Júnior e Cláudio Valério Teixeira.
2008
No dia 01 de outubro, no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, e no dia 04 de outubro, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, foi lançado o livro "Eros Adolescente: No Verão de Eliseu Visconti", de autoria de Mirian Seraphim. Mestre em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas e professora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso, Mirian apresenta em seu livro um novo olhar sobre a obra de Eliseu Visconti e desenvolve um estudo especial sobre a tela "No Verão", fruto de mais de sete anos de pesquisa.

2008
É lançado o livro da Editora da Unicamp “Coleção Cadernos de Desenho - Eliseu Visconti”, organizado pela professora Lygia Eluf, do Departamento de Artes Plásticas do Instituto de Artes. Com texto da professora e historiadora Ana Maria Tavares Cavalcanti, o "Caderno de Desenhos" apresenta sessenta desenhos de Visconti realizados entre 1904 e 1906, reveladores de parte do processo de criação e do cotidiano do artista.
2008
De 04 de outubro a 07 de dezembro, a Pinacoteca do Estado de São Paulo apresentou a exposição “Eliseu Visconti – Arte e Design”, primeiro evento do Projeto Eliseu Visconti. A exposição em São Paulo, com curadoria do Prof. Rafael Cardoso, atraiu mais de 70.000 visitantes e mostrou os principais projetos de Visconti relacionados às artes gráficas e à arte aplicada à indústria.
2009
Tem início em fevereiro a completa restauração das pinturas do “foyer” do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, executadas por Eliseu Visconti em Paris, entre 1913 e 1915.
2009
De 27 de janeiro a 08 de março, é levada para Salvador/BA a exposição “Eliseu Visconti – Arte e Design”, primeiro evento do Projeto Eliseu Visconti. A exposição, realizada na Caixa Cultural Salvador, mostrou os principais projetos de Visconti relacionados às artes gráficas e à arte aplicada à indústria e apresentou também os estudos realizados pelo artista para as decorações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (pano de boca, friso sobre o proscênio e plafond), cujo centenário se comemora em 2009.
2009
Também em fevereiro é lançado pela Cortez Editora o livro infantil "O Pano de Boca", de autoria de Sandra Pina e ilustrado por Thais Linhares. A história do livro tem como cenário o pano de boca do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, tela pintada por Eliseu Visconti em Paris, entre 1905 e 1907.
2009
No dia 3 de julho, o eletricista Alexandre Alves, integrante da equipe que executa a reforma do Theatro Municipal para a festa do seu centenário, faz descoberta surpreendente: em um vão entre duas paredes, encontra a pintura do friso sobre o proscênio primitivo. Preservado e escondido há mais de setenta anos, os historiadores acreditavam que a pintura teria sido destruída ao ser substituída por Eliseu Visconti em 1936.
2009
De 10 de setembro a 18 de outubro é levada para Brasília a exposição “Eliseu Visconti – Arte e Design”, primeiro evento do Projeto Eliseu Visconti. A exposição, realizada na Caixa Cultural Brasília, mostra os principais projetos de Visconti relacionados às artes gráficas e à arte aplicada à indústria e apresenta também os estudos realizados pelo artista para as decorações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (pano de boca, friso sobre o proscênio e plafond), cujo centenário se comemora em 2009.
2009
No primeiro dia de outubro é lançado em Uberlândia/MG o livro "A arte na belle époque - o simbolismo de Eliseu Visconti e as musas", de autoria de Valéria Ochoa Oliveira. Mestre em História pela Universidade Federal de Uberlância e professora da mesma Universidade, Valéria desenvolve em seu livro tema que tem como foco o significado cultural da pintura do teto do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, painel pintado por Eliseu Visconti em Paris, entre 1913 e 1915.
2010
Concluída em fevereiro a completa restauração das pinturas do “foyer” do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, executadas por Eliseu Visconti em Paris, entre 1913 e 1915. Consideradas por diversos críticos de arte como a obra prima da pintura decorativista no Brasil, as pinturas do “foyer” foram bastante danificadas, atingidas pelas infiltrações na cúpula do Theatro. Antiga reivindicação do Projeto Eliseu Visconti, a restauração dos painéis de Visconti foi incluída nas obras de recuperação do Theatro, no ano de seu centenário, pela Presidente da Fundação, Carla Camurati. Com a coordenação da Holos Consultores Associados, os trabalhos, iniciados pela equipe do Professor Domingo Tellechea, foram desenvolvidos pela equipe de Maria Cristina da Silva Graça. As demais pinturas de Eliseu Visconti no Theatro - pano de boca, plafond e friso sobre o proscênio - também foram objeto de reparos e limpeza, trabalhos executados pela equipe de Humberto Farias de Carvalho. Todos os trabalhos de restauro contaram com a consultoria dos Professores Cláudio Valério Teixeira e Edson Motta Júnior.
2011

Lançado o Catálogo de Obras de Eliseu Visconti, acoplado ao site oficial do artista.

2011/12

Realizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre 10 de dezembro de 2011 e 26 de fevereiro de 2012, e no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, entre 04 de abril e 24 de junho de 2012, a grande exposição retrospectiva “Eliseu Visconti - A Modernidade Antecipada”. A mostra, que teve a curadoria de Mirian N. Seraphim, Rafael Cardoso e Tobias Stourdzé Visconti, apresentou cerca de 230 obras abrangendo todas as vertentes da eclética produção de Visconti, além de cerca de cinqüenta itens referentes a mobiliário e documentos pertencentes ao artista.

2012

Em março, Edson Motta Jr. e Cláudio Valério Teixeira solicitam o desligamento da Comissão de Autenticação das Obras de Eliseu Visconti e são substituídos pelos historiadores de arte Arthur Gomes Valle e Ivan Coelho de Sá, e pela restauradora Mônica Dias de Souza. As historiadoras de arte Ana Cavalcanti, Christina Penna e Mirian Seraphim permanecem na Comissão, que passa a contar com seis membros.

2012
Lançado no dia 14 de setembro, na Livraria da Travessa, o livro oficial do Projeto Eliseu Visconti intitulado "Eliseu Visconti - A Arte em Movimento". Organizado por Tobias Stourdzé Visconti e com textos de diversos autores, o livro traz informações atualizadas sobre a vida e a obra do artista, resultado de intenso trabalho de pesquisa realizado desde 2005 pelo Projeto.
2013
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro presta grande homenagem a Eliseu Visconti, apresentando o artista em todo o material de divulgação do Vestibular Estadual de 2014. No Manual do Candidato, nos cartazes e nos folders para o Vestibular 2014 foram reproduzidas obras de Visconti, com ênfase para as paisagens que o consagraram como o mais expressivo representante da pintura impressionista no Brasil.
2013
A Folha de São Paulo lança em setembro o volume referente a Eliseu Visconti da "Coleção Grandes Pintores Brasileiros". O livro, com texto de Maria Izabel Branco Ribeiro, Diretora do Museu de Arte Brasileira da FAAP, foi fartamente ilustrado com imagens de importantes obras do artista.
2014

Lançado em maio o livro “Vida e Obra de Eliseu d’Angelo Visconti”, de autoria de Nagib Francisco, estudioso da obra do artista e curador da exposição do cinqüentenário da morte de Eliseu Visconti, realizada em 1994 no Museu Nacional de Belas Artes.

2014

Para homenagear os 70 anos de falecimento de Eliseu Visconti, foi realizada, entre 27 de agosto e 2 de novembro, no Instituto Ricardo Brennand, em Recife, a exposição "Eliseu Visconti - A Modernidade Antecipada". A mostra, com curadoria de Mirian N. Seraphim, Rafael Cardoso e Tobias Stourdzé Visconti, apresentou cerca de 70 obras abrangendo todas as vertentes da eclética produção de Visconti, além de itens referentes a objetos e documentos pertencentes ao artista.

2015

De acordo com a Lei 9.610/98, a partir de 1 de janeiro de 2015 as obras de autoria de Eliseu Visconti pertencem ao domínio público, não sendo mais necessária qualquer autorização para publicação e/ou reprodução de imagens das obras do artista.

2015

Confeccionado por encomenda da família do artista um novo busto em bronze de Eliseu Visconti, a partir do molde em gesso esculpido por João Zacco Paraná, em 1931. A execução do trabalho ficou a cargo do Atelier Liboredo, tradicional fundição artística do Rio de Janeiro.

2015

Realizada a IV edição da Mostra Fazenda Castelo – Arte e Design, que teve como objetivo mostrar ao público visitante arte, decoração e design brasileiros. O evento aconteceu em setembro, na Fazenda Castelo, em Além Paraíba, local onde Visconti residiu por cerca de 9 anos, ainda menino, assim que chegou da Itália. A fazenda, que pertenceu ao Barão de Guararema, teve um dos seus cômodos decorado por Mara Cardoso com projetos e objetos que consolidaram a pioneira contribuição de Visconti ao design brasileiro.

2015

Após 10 anos do lançamento do primeiro site oficial de Eliseu Visconti, o Projeto Eliseu Visconti lança o novo site do artista, mais moderno e atualizado no que se refere às inovações da área de informática.

2015

Colocada no Edifício Eliseu Visconti, na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Rio de Janeiro, placa alusiva ao local onde Visconti viveu com a família durante 34 anos. Onde hoje se situa o prédio, Visconti construiu em 1910 sua casa e ali viveu até o seu falecimento, em 1944.

2016

Descoberta carta nos arquivos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro que permitiu identificar como sendo de autoria de Eliseu Visconti a pintura localizada no plafond da antessala do camarote do Governador do Estado. A pintura, não assinada, era atribuída a autor não identificado.

2016

Emitido pelos Correios em setembro, por encomenda da Associação Cultural Eliseu Visconti, um selo personalizado em comemoração ao sesquicentenário de Eliseu Visconti.

2016

Inaugurada em 29 de outubro, na Galeria Almeida e Dale, em São Paulo, a exposição "Eliseu Visconti - 150 anos", com curadoria de Denise Mattar. A exposição, realizada por iniciativa da Galeria, encerrou-se em 10 de dezembro e apresentou cerca de 50 obras da eclética produção de Visconti, tornando-se o evento marco nas comemorações do sesquicentenário do artista.